
25 de ago. de 2010
"O Caçador de Pipas" Khaled Hosseini

24 de ago. de 2010
Partida...
Sem aquela bolsa cheia de não sei o quê mais pesada que duas barras de ouro...
Num determinado momento e hora estaremos partindo. Sem a nossa família, sem os nossos melhores amigos, sem o nosso animalzinho de estimação, aquele perfume que lembra os velhos tempos, o nosso melhor cd de músicas... Sem o nosso maior e grande amor.
Estaremos partindo sim. E mesmo sem querer. E mesmo que nos agarremos aos lençóis ou aos abraços. Mesmo que oremos e façamos inúmeras promessas. Mesmo que choremos contidamente ou aos berros. E mesmo que o soluço seja forte e insistente.
Mesmo assim, iremos sim!
O tempo vai passar e só lembrança ficou.
O tempo vai passar, e a gente passou.
Um dia aqui. Num outro, ali. Já num outro dia, estaremos lá.
É certo. Exato. É a mais pura e absoluta certeza!
Um a um...
É só uma questão de tempo.
Mara
20 de ago. de 2010
Desafios...
A vida só é possível quando você tem
tanto o bom tempo quanto o mau tempo,
quando tem prazer e dor;
quando tem inverno e verão, dia e noite;
quando tem tristeza tanto quanto felicidade,
desconforto tanto quanto conforto.
A vida passa entre essas duas polaridades.
Movendo-se entre essas duas polaridades,
você aprende a se equilibrar.
Entre essas duas asas,
você aprende a voar até a estrela mais brilhante.
Osho
19 de ago. de 2010
Osho...
Foi polêmico e pregava a ideia de liberdade através da meditação. Acreditou no homem e na sua potencialidade e capacidade que é inerente a todos nós.
“Sempre permaneça aventureiro.
Por nenhum momento se esqueça de que
a vida pertence aos que investigam.
Ela não pertence ao estático;
Ela pertence ao que flui.
Nunca se torne um reservatório,
sempre permaneça um rio.”
***
Osho
18 de ago. de 2010
Celine Dion & Andrea Bocelli
Adoro Celine Dion! Ela tem uma voz que chega a embalar sonhos... É impactante, sonora... E me leva até as nuvens...
E quando essa voz encontra outra de igual brilho, sonoridade e beleza, aí então já viu...
Vou além das nuvens... Eles me carregam e me fazem flutuar...
E para que vocês também criem asas assim como eu, é com imenso prazer que incorporo o vídeo no meu blog, ouçam...
Andrea Bocelli & Celine Dion. Sensacional!
16 de ago. de 2010
Tomara...
Ana Jácomo
13 de ago. de 2010
Agradeço do Fundo do Coração!...
Agradeço a todos de coração!
Um grande abraço e um grande beijo para cada um de vocês.
9 de ago. de 2010
Um depoimento para compartilhar

Braz e Fidélis (da esquerda para direita).
Dois grandes amigos e grandes poetas...
Braz escreveu:
Lana, porque emana luzes de estrelas, porque reduz tristezas amiúdes... por que ao sorrir, transborda ondas de infalíveis alegrias em rios de alegrias por onde, por suas margens, transitam pessoas dessedentadas de paz.
Mara porque aclara e se declara mulher que não precisa ir à guerra pra semear a paz. Porque é clara como a cristalina luz do sol e a verdade que sublima uma vida. Porque é prefixo de maravilha e se conduz a uma ilha plena de felicidades... mana porque assim a vejo, mana! Presente mesmo quando a ausência se faz contundente, e Lara, porque é símbolo da força ficcionista de um super-herói e porque assim a concebi nesse original trocadilho cujo direito autoral não cedo. Nem tão cedo.
Braz, o que dizer? Como posso exprimir em palavras o que no momento senti ao ler o teu depoimento? O que falar? Emudeci. Calei por uns instantes..., li, reli... E novamente li. Ahhh... quantas doces, sutis e profundas palavras; e quanta poesia! Quisera eu ser a luz das estrelas que tanto reluz! Pudera eu ter o poder de reduzir tristezas amiúdes... Ah, como quisera. Mas como os poetas de dentro da alma deixam fluir sem reservas toda música e fantasia, e como também se deixam florir de sentimentos tão nobres, deixo sim que me vejas assim. Não contrario o poeta.
Eu, Lana Mara... Feita com desvelo pela mãe e pelo pai. Grata e amada sempre.
Eu, Mana Lara... Docemente concebida há tempos atrás... Tempo das fadas e dos querubins, tempo das intensas e densas canções, das borboletas e jardins em tons carmins... Beijo a mão desse amigo poeta; e num tom grave, e de grande amizade eu o reverencio, e falo: e quão bela é a alma de um poeta; de um irrequieto e completo poeta de nome Braz. Cícero Braz de Almeida.
8 de ago. de 2010
Não é de Fernado Pessoa a frase "Há um tempo em que é preciso abandonar..."
Descobri (tempos atrás), através de blogs, sites e numa matéria do Diário do Nordeste, que essa frase, “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já tem a forma do corpo...” circula na internet como sendo de Fernando Pessoa, mas na verdade foi escrita por Fernando Teixeira de Andrade: escritor, e professor de literatura (1946-2008).
-Como também a crônica "Quase" de Sarah Westphal Batista da Silva que é atribuída a Luis Fernando Veríssimo;
-“Felicidade Realista” atribuída a Mário Quintana, na verdade é de Martha Medeiros;
-“A Idade Para Ser Feliz” da autoria de Geraldo Eustáquio de Souza também circula como sendo de Mário Quintana (até já enviei para muitos amigos)...
E por aí vai... São inúmeras as obras que são adulteradas e que a cada dia só cresce mais e mais... Uma pena!
Portanto, se vocês querem também investigar e se aprofundar um pouco mais, vejam alguns sites que desvendam esse tipo de fraude.
http://www.autordesconhecido.blogger.com.br/;
VIDIGAL, Betty. Textos apócrifos na internet:
http://www.blassoc.com.br/bettyvidigaltextovm.htm
Etc. etc.
Bom, mas aí vai o texto “O Medo: o maior gigante da alma” na integra, com o seu verdadeiro autor.
O Medo: o maior gigante da alma
Para quem tem medo, e a nada se atreve, tudo é ousado e perigoso. É o medo que esteriliza nossos abraços e cancela nossos afetos; que proíbe nossos beijos e nos coloca sempre do lado de cá do muro. Esse medo que se enraíza no coração do homem impede-o de ver o mundo que se descortina para além do muro, como se o novo fosse sempre uma cilada, e o desconhecido tivesse sempre uma armadilha a ameaçar nossa ilusão de segurança e certeza.
O medo, já dizia Mira Y Lopes, é o grande gigante da alma, é a mais forte e mais atávica das nossas emoções. Somos educados para o medo, para o não-ousar e, no entanto, os grandes saltos que demos, no tempo e no espaço, na ciência e na arte, na vida e no amor, foram transgressões, e somente a coragem lúdica pode trazer o novo, e a paisagem vasta que se descortina além dos muros que erguemos dentro e fora de nós mesmos.
E se Cristo não tivesse ousado saber-se o Messias Prometido? E se Galileu Galilei tivesse se acovardado, diante das evidências que hoje aceitamos naturalmente? E se Freud tivesse se acovardado diante das profundezas do inconsciente? E se Picasso não tivesse se atrevido a distorcer as formas e a olhar como quem tivesse mil olhos? "A mente apavora o que não é mesmo velho", canta o poeta, expressando o choque do novo, o estranhamento do desconhecido.
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Teixeira de Andrade
Escritor e Professor de Literatura do Objetivo e da UNIP.
3 de ago. de 2010
Assim como nós...
Mara
1 de ago. de 2010
Foi a ficção mais verdadeira!

Fiquei de fato envolvida com o filme do começo ao fim (tamanha credibilidade das suas imagens). Coisa de louco! Não escorreguei e nem adormeci em nenhum momento. Os meus olhos ficaram abertos e atentos aos acontecimentos e a toda beleza proporcionada. E em nenhum momento me apeguei (por exemplo), de ver Neytiri e Jake (quando este está com o seu avatar), como um mero desenho animado [pela figura digital criada]. Eles são lindos e apaixonados. Simplesmente fiquei encantada com aquele mundo (pandora), com as suas crenças e toda magia que os envolvia. É uma conexão direta com a natureza.
Adorei o filme! Achei de uma beleza indiscutível e traz bem mais que isso: uma mensagem admirável e profunda.
Recomendo.
Recebi esse belíssimo texto de Silvana Duboc há um tempo atrás... Achei lindíssimo e guardei numa das minhas pastas do meu hotmail. Hoje, navegando pela internet encontrei um blog onde estampa esse vídeo num dos seus blocos, aí, resolvi também postar no meu. Adorei essa nova roupagem!
Vejam quanta beleza! Ouçam a música...
31 de jul. de 2010
É isso...
Algumas ali, outras além. Mais nada!
Descobri que homens são apenas homens... Falhos, cheios de erros e imperfeições. E não adianta, em algum momento da vida você vai mostrar um pouco do seu lado obscuro.
Mara
30 de jul. de 2010
O Universo...

O Nosso Vinícius de cada dia...
De Repente
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
27 de jul. de 2010
"Elos da Vida"
13 de jul. de 2010
Poderiiiiiiia...



Ontem a Espanha levantou a taça pela primeira vez num mundial. Poderia ter sido o Brasil... Nós seríamos Hexa. Seríííííííamos!
Poderia ter sido... Mas não foi...
11 de jul. de 2010
Relacionamentos - Rubem Alves
Adorei!
Pensem, reflitam...
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.' Scherazade sabia disso. Sabia que os relacionamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, e terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente.
Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: 'Eu te amo...'. Barthes advertia: 'Passada a primeira confissão, 'eu te amo' não quer dizer mais nada.
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir sua cortada - palavra muito sugestiva - que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra, pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é jogar pra sempre... E, o que errou pede desculpas, e o que provocou o erro se sente culpado.
Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos. A bola: são nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho prá lá, sonho prá cá. Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde. Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração.
O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor. Ninguém ganha, para que os dois ganhem. E se deseja, então, que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim.
Charles Chaplin
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
Charles Chaplin
5 de jul. de 2010
Michael Jackson
Tinha lá suas excentricidades, é certo, além de viver sobre os holofotes dos escândalos. Mas com certeza, como falou João Bôscoli, "Michael Jackson foi um dos artistas mais talentosos do século XX."
Mara
05/07/2010
4 de jul. de 2010
DONT CRY FOR ME ARGENTINAAA...
Ontem, a Argentina perdeu para Alemanha ao som das vuvuzelas; ao som de gritos e choros incontidos e dançou literalmente um tango regido pela maestria Alemã. Foi o mais novo som dos 4 X 0... Ou seria um Funk Carioca (Risos)?!
E agora o que dizem “Los Hermanos Argentinos?” E o que diz o Maradona?
Bom, o que eles dizem eu não sei. Mas em mim, o grito que estava entalado e preso na garganta acabou de rasgar e lavar a alma...
E calmamente e educadamente eu grito:
PSIUUU!!!...
CALA A BOCA ARGENTINAAAA!!!
CALA A BOCA MARADONAAAAAAA!!!!
Nada como um dia após o outro...
Pronto, falei!
Mara